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	<title>Dia das maes &#187; poesia</title>
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		<title>Vinicius de moraes natal</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 19:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mensagens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas de Natal]]></category>
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		<category><![CDATA[mensagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Poema de Natal
Vinicius de Moraes
Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Poema de Natal</h1>
<p style="text-align: right;">Vinicius de Moraes</p>
<p>Para isso fomos feitos:<br />
Para lembrar e ser lembrados<br />
Para chorar e fazer chorar<br />
Para enterrar os nossos mortos —<br />
Por isso temos braços longos para os adeuses<br />
Mãos para colher o que foi dado<br />
Dedos para cavar a terra.<br />
Assim será nossa vida:<br />
Uma tarde sempre a esquecer<br />
Uma estrela a se apagar na treva<br />
Um caminho entre dois túmulos —<br />
Por isso precisamos velar<br />
Falar baixo, pisar leve, ver<br />
A noite dormir em silêncio.<br />
Não há muito o que dizer:<br />
Uma canção sobre um berço<br />
Um verso, talvez de amor<br />
Uma prece por quem se vai —<br />
Mas que essa hora não esqueça<br />
E por ela os nossos corações<br />
Se deixem, graves e simples.<br />
Pois para isso fomos feitos:<br />
Para a esperança no milagre<br />
Para a participação da poesia<br />
Para ver a face da morte —<br />
De repente nunca mais esperaremos&#8230;<br />
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas<br />
Nascemos, imensamente.</p>
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		<title>Poema para natal</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 19:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mensagens</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poemas para natal
EM CADA MÃE, UM POUCO DE MARIA
Um filho,  que bom presente,
que possamos desejar, possamos sentir, querer,
ver nascer, e abraçar&#8230; perfeição maior que Deus,
coloca em nossas entranhas, que antes do nascimento,
nos traz emoções tamanhas: intimidade uterina,
segredo&#8230; coisa divina&#8230;
queremos muito saber: qual será a cor dos olhos?
- Seja perfeito, meu Deus!-
meu filho, tive na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Poemas para natal</h2>
<p>EM CADA MÃE, UM POUCO DE MARIA</p>
<p>Um filho,  que bom presente,</p>
<p>que possamos desejar, possamos sentir, querer,</p>
<p>ver nascer, e abraçar&#8230; perfeição maior que Deus,</p>
<p>coloca em nossas entranhas, que antes do nascimento,</p>
<p>nos traz emoções tamanhas: intimidade uterina,</p>
<p>segredo&#8230; coisa divina&#8230;</p>
<p>queremos muito saber: qual será a cor dos olhos?</p>
<p>- Seja perfeito, meu Deus!-</p>
<p>meu filho, tive na espera, a ansiedade, o amor,</p>
<p>vontade que fosse logo, esperei&#8230; e nem a dor</p>
<p>do parto eu pude sentir,</p>
<p>tão logo vieste ao mundo&#8230;</p>
<p>como iria traduzir? Tão lindo, sem tradução&#8230;</p>
<p>cheio de encanto,  ao nascer, já parecia dizer,</p>
<p>olho azul pousado em mim: &#8220;cheguei, mãe&#8221;!</p>
<p>e riu pra mim!</p>
<p>Esplendoroso esse dia!  Recordei também Maria,</p>
<p>na espera tão ansiada, ter nos braços seu Menino&#8230;</p>
<p>momento do nascimento, inexplicável&#8230; divino&#8230;</p>
<p>este dia é para as mães,</p>
<p>o anúncio de grande luz!</p>
<p>Esperou seu filho, um dia,</p>
<p>como esperasse Jesus!</p>
<p>Mírian Warttusch</p>
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		<title>Poesia Natal</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 19:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mensagens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias de Natal]]></category>
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		<category><![CDATA[mensagem natal]]></category>
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		<category><![CDATA[Poesias natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Poesias natal
Ave Maria
Hora solene, hora da graça,
Na  despedida de mais um dia;
Tudo se toca, se envolve e enlaça
Aos suaves toques da  Ave-Maria.
O sol se esconde lá bem distante
E a natureza  se emudece,
Cerrando os olhos por um instante,
Elevando a alma em terna prece. 
Misterioso e divinal momento
De prece, meditação e amor;
Tudo se acalma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Poesias natal</h2>
<p>Ave Maria</p>
<p>Hora solene, hora da graça,<br />
Na  despedida de mais um dia;<br />
Tudo se toca, se envolve e enlaça<br />
Aos suaves toques da  Ave-Maria.</p>
<p>O sol se esconde lá bem distante<br />
E a natureza  se emudece,<br />
Cerrando os olhos por um instante,<br />
Elevando a alma em terna prece. </p>
<p>Misterioso e divinal momento<br />
De prece, meditação e amor;<br />
Tudo se acalma, o instante é lento<br />
Diante da obra do Criador. </p>
<p>Ave-Maria, hora da graça,<br />
Ave-Maria, hora da luz,<br />
Ave-Maria, Cheia de Graça,<br />
Ave-Maria, que nos conduz</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poema Natal</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 19:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mensagens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[mensagens de natal]]></category>
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		<category><![CDATA[Poema Natal]]></category>
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		<description><![CDATA[Poema Natal
ANDORINHAS – Jenário de Fátima
Quando em criança, lembro das tardinhas
E da cor rubra, de tantos ocasos.
Bem lá no centro das lembranças minhas
(&#8230;E ai me enchem d’água os olhos rasos!)
Me vem o vôo sutil das andorinhas,
Que ao frenesi do seu bater de asas,
Cruzavam o céu em sinuosas linhas,
Fazendo evoluções no vão das casas.
Recordo ainda o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Poema Natal</h2>
<p>ANDORINHAS – Jenário de Fátima</p>
<p>Quando em criança, lembro das tardinhas<br />
E da cor rubra, de tantos ocasos.<br />
Bem lá no centro das lembranças minhas<br />
(&#8230;E ai me enchem d’água os olhos rasos!)</p>
<p>Me vem o vôo sutil das andorinhas,<br />
Que ao frenesi do seu bater de asas,<br />
Cruzavam o céu em sinuosas linhas,<br />
Fazendo evoluções no vão das casas.</p>
<p>Recordo ainda o que mamãe dizia;<br />
- São as Andorinhas, aves benfazejas,<br />
Deus as fez só pra alegrar Maria</p>
<p>Quando iam brincar com seu Jesus menino.<br />
Por isso agora moram nas igrejas<br />
Nas altas torres onde bate o sino.</p>
]]></content:encoded>
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